Fitas Adesivas

Origem

As fitas adesivas foram lançadas na década de 1930 na sequência da invenção do celofane, filme polimérico transparente: a necessidade de facilitar a conclusão da embalagem ditou a evolução. Atualmente, as fitas adesivas se distinguem em duas categorias: as de face simples, com adesivo gomado em uma das faces; e a dupla-face, capaz de aderir nas duas superfícies.

Fitas de face única

Desde a invenção da fita scotch, as aplicações se multiplicaram, criando a necessidade da formulação diferenciada:

  • Fita porosa: composta sobre substrato de TNT, atende às aplicações que exigem respiração assegurada sobre a superfície de adesão, das coberturas alveolares de policarbonato.
  • Fita isolante: específica para aplicação em eletricidade, assegura isolação de tensões até 750 V, e durabilidade compatível com uso prolongado.
  • Fita de Alumínio: Recoberta com adesivo acrílico, proporciona resistência mecânica associa da alta condutividade térmica.
  • Fita de espuma: visa exercer funções de gaxeta, vedando luz, umidade e poeira.
  • Fita crepe: indicada para mascaramento em processos de pintura, delimita regiões sobre paredes, rodapés e tetos, detalhes como interruptores ou fechaduras, em processos que incluam pincéis, rolos ou pistolas.
  • Fita de papel liso: criada sobre dorso de papel tratado a base de resina e borracha sintética, proporciona impermeabilidade e resistência a cisalhamento, viabilizando processos de empacotamento.
  • Fita de vinil destrutível: indicada para selagem de acessos confidenciais, visa assegurar a lisura e a confiabilidade na concessão de garantia em equipamentos e instalações.
  • Fita litográfica: específica para uso em fotografia e impressão.
  • Fita para Galvanoplastia: constituída sobre dorso de PVC, protege componentes sujeitos a tratamento eletroquímico, inclusive circuitos impressos com aplicação de Ouro sobre contatos tipo edge.
  • Fitas para demarcação de solo: possibilitam sinalizar áreas de circulação proibida, bordas de degraus, auxiliando na segurança enquanto resistem ao tráfego de pedestres e/ou veículos.
  • Fita mágica: composta sobre filme de acetato de celulose, assegura acabamento fosco translúcido, estudado para se conservar isento de efeitos de envelhecimento; simplifica a recomposição de documentos, assegurando textura semelhante à do papel original sem comprometer a capacidade de escrita sobre o conjunto.

Fitas de dupla face (de adesão)

As fitas de dupla face variam conforme a aplicabilidade em superfícies mais lisas ou mais irregulares, espessura do substrato aderente (desde centenas de micra até milímetros), grau/tensão de aderência, o tipo de dorso, a tolerância à exposição sob intempéries, e às características dos materiais mantidos aderidos, num total de dez alternativas técnicas perfeitamente diferenciadas.